Sustentabilidade, apesar de ser um termo um pouco desgastado e esquecido com a crise econômica, é um conceito que tende a ser incorporado pelas empresas, em especial pela necessidade que o planeta tem demonstrado, a discussão de que a empresa, ao desenvolver suas ações precisa pensar no impacto que ela tem sobre cada stakeholder é praticamente um consenso, assim como a discussão de que ela precisa evitar estes impactos ou mitigar, em especial em ambientes como o de gestão de projetos, onde esta relação é bem mais clara. Pensando nisto,começamos uma discussão sobre como incorporar a sustentabilidade na gestão de projetos.
Vamos começar trazendo alguns indicadores, para ambientalizar a maneira como o mercado tem incorporado a sustentabilidade. Neste site (compendiosustentabilidade.com.br) é possível encontrar os principais indicadores existentes no mundo para a sustentabilidade, para este post, destacamos alguns modelos, bastante difundidos no Brasil, segue:
- GRI (Global Reporting Initiative): Tratam-se de indicadores holandeses, muito difundido entre grandes empresas como Bradesco, Vale, Petrobrás entre outras. Seus impactos são medidos de acordo com o ação necessária e a relevância em relação ao impacto.
- Pacto Global da ONU: Versão para empresas dos 8 Objetivos de desenvolvimento do Milênio. Para que a empresa possa aderir é necessário que assina a carta compromisso, e que a partir da data de assinatura a emprsa faça relatos de seus avanços nas áreas de enfoque.
- Indicadores ETHOS: Desenvolvido pelo Instituto ETHOS de responsabilidade social, é uma das mais antigas ferramentas brasileiras além de ser uma grande difusora de práticas.
- Índice Bovespa de Sustentabilidade Empresarial: Sua principal fundamentação está na idéia de que empresas comprometidas com a sustentabilidade estão menos expostas as riscos e que geram mais valor a longo prazo, o que também acaba tornar as empresas com este indice preferidas.
Analisando estes Indicadores, podemos perceber que eles são responsáveis principalmente por proporcionar um raio x dos impactos, tendo isto como base, pode-se pensar em ações de acordo com a relevância, assim como aplicar o PDCA para diminuir o impacto nas próximas ações.
Mas a questão que fica para o próximo post é: De que maneira fazer isto? Em que esfera aconteceriam as ações? Seriam ações ou projetos? O que faz mais sentido, mitigar ou não causar impactos?
Continuamos na próxima terça.










Boa tarde,
Muito interessante esse post. Contribuindo para o mesmo, coloco-me a disposição para enviar aos interessados um artigo meu que foi aprovado no 3 Congresso da Amazônia de GP, falando justamente sobre sustentabilidade em GP. Creio que o tema deva ser incorporado no portfólio de cada organização não apenas por modismo, mas sim, por convicções e ideais extremamente importantes para o futuro da humanidade bem como do meio em que a mesma vive.
Parabéns pelo post, já é um bom começo essa importante discussão.
email para solicitar o artigo: evertonpmp@gmail.com
Somos Responsáveis pelo Planeta que deixaremos para nosso filhos!!! Pense nisso!!! Bons Projetos!!! MBA,MARCOS ARAUJO DA CUNHA – ALLMARC TECNOLOGIA – http://www.allmarc.com.br